[Resenha] As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata – C.S. Lewis





Após um longo período, Eustáquio volta a Nárnia, mas dessa vez volta com sua amiga, Jill Pole. 

E como em Nárnia a passagem do tempo não é a mesma que a nossa, todos continuaram suas vidas. O Rei Caspian X, casou-se com (...) / Não vou dar esse spoiler kkkkk e tem um filho, Príncipe Rilian, entretanto, a saúde de Caspian já é muito debilitada, e a família enfrenta um grande problema. 

Dez anos antes, enquanto a Rainha está ao ar livre, é surpreendida por uma serpente que logo depois fugiu, ocasionando um abalo na família e em todo o reino, pois era uma das melhores rainhas que Nárnia tivera, mas ainda assim o Rei Caspian ainda teria outro problema a se preocuprar. Após procuras às escondidas do seu pai na tentativa de achar a serpente para vingar a morte de sua mãe, principe Rilian some sem deixar vestígios, deixando assim o coração de Caspian ainda mais abalado e Nárnia sem um herdeiro. 

Convocando todos os valentes do reino, o rei pede que estes vão em busca do seu filho, porém as várias tentativas falharam, até que Caspian decide ir em busca do seu filho, mesmo que suas forças estivessem a um fio. Mas Aslan já havia recrutado duas crianças, Eustáquio Mísero e Jill Pole.

Apesar de serem duas crianças, entrando na adolescência, essa não era a maior de suas vantagens. Quando os mais valentes do reino haviam ido, eles não foram direcionados por Aslan, e há um grande risco quando não vamos direcionados pelo que Deus diz: há uma chance muito grande de falharmos na missão.

Eustáquio e Jill recebem de Aslan 4 sinais que não poderiam esquecer jamais, deveriam recitar ao acordar e antes de dormir, ou a qualquer momento do percurso. Os quatro sinais eram:
Primeiro: logo que Eustáquio colocar os pés em Nárnia, encontrará um velho e grande amigo. Deve cumprimentar logo esse amigo; se o fizer, vocês dois terão uma grande ajuda.
Segundo: vocês devem viajar para longe de Nárnia, para o Norte, até encontrar a cidade em ruínas dos gigantes.
Terceiro: encontrarão uma inscrição numa pedra da cidade em ruínas, devendo proceder como ordena a inscrição.

Quarto: reconhecerão o príncipe perdido (caso o encontrem), pois será a primeira pessoa em toda a viagem a pedir alguma coisa em meu nome, em nome de Aslam.”


Contaram também com a ajuda de um Paulama, chamado Brejeiro, com a mesma lealdade que Ripchip, o chefe dos ratos, também tinha.

Mas a medida que o tempo foi passando, se esqueceram de ir recitando os sinais, e quando os problemas foram aparecendo, já não se lembravam mais... recordando-se apenas do último sinal.

Mas, Aslan já sabia que aconteceria isso.

Quando eles encontram-se com a feiticeira verde, ou a serpente, a mesma que havia matado a Rainha, tiveram que fingir sorrisos, mas algo os intrigava: ela estava andando com um cavaleiro que não se podia ver o rosto, pois estava com a armadura dos pés a cabeça, e havia um feitiço nele que não o deixava ver quem de fato era a feiticeira, e sem lucidez, dizia que ela era uma dama boa e honrada. Era o filho do Rei Caspian X, príncipe Rilian.

 E o mesmo acontece com pessoas que o diabo ludibria para achar que é bom, estão cega espiritualmente, e por isso não podem ver o mal que os cerca. Porém assim como a noite, em seu momento de lucidez, príncipe Rilian sabia que não era pertencente ao mundo subterrâneio, as pessoas também sabem que são pertencentes ao Céu, cabendo a nós o papel de não falharmos na Missão que Deus nos deu, e cumprindo o papel assim como o de Eustáquio Mísero, Jill Pole e do Paulama Brejeiro: Com Deus, libertar essas pessoas do poder escravizador do pecado e do mal, trazendo-as para a Luz, assim como nós na Luz estamos.

Após alguns acontecimentos, Eustáquio, Jill e Brejeiro, presenciam o momento de lucidez do príncipe Rilian, mas a feiticeira verde e os seus empregados, não deixavam o príncipe a solta, o prendiam numa cadeira de prata, onde não podia ter escapatória, teria que ficar até que alguém o viesse tirar. E por essa razão, Aslan os havia levado até ali.

Mas como poderiam saber se não era apenas um surto?

O quarto sinal garantia que não era um surto, era um momento de lucidez. Principe Rilian pediu a eles que EM NOME DE ASLAN o tirassem dali.

Mas, no momento em que o príncipe foi solto, a feiticeira chega. E ela não deixaria barato, joga todos os ardis que podia, inclusive transformando-se numa serpente, foi quando Rilian percebeu: Foi ela que matou sua mãe. Todos os quatro, com a Ajuda de Aslan lutaram bravamente, até que acabam com a serpente, e por fim, o BEM venceu o mal.

Após retornarem, se encontram com o Rei Caspian, que pôde por fim descansar em paz, sabendo que o seu filho tão querido havia retornado, com a Ajuda de Aslan.

Essa história nos recorda que nós, como cristãos, com a Ajuda de Deus, precisamos guardar a Sua Palavra no nosso coração para não pecarmos contra Ele, guardando tudo o que Ele nos ensinou, pregando o Reino de Deus aos que precisam que ajuda, sendo usados por Deus para resgatar pessoas aprisionadas pelo pecado e cegados pelo diabo. 

Estejamos preparados, a vida aqui é uma guerra. Não falhemos na Missão, Deus não nos daria se soubesse que não venceríamos. 

E não se esqueça: O que determina a vitória é se seguiremos todos os sinais que Deus nos der, porque a capacitação Ele já deu. ♡


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